Olá, pessoal! Como foram de feriado de carnaval? Eu aproveitei pra descansar e dar um belo passeio com as crianças pelo Estado de Santa Catarina. Fomos ao Parque do Beto Carrero, mas também demos uma passadinha na região do Vale Europeu e pelo Balneário de Camboriú. Foi um passeio gostoso e divertido e rendeu muitas fotos. E por falar em fotos…
Desde o final do ano passado, eu me impus uma meta: organizar todas as fotografias de festas e viagens que não haviam sido reveladas ainda. Sem perceber, deixei acumular quase um ano e meio de fotografias. Isso parece pouco, mas não é. Principalmente nessa era digital.
Eu brinco dizendo que esse negócio de máquina digital é coisa do demo. Antigamente, a gente viajava com rolos de filme contados, tirava as fotos sem checar se ficaram boas, botava tudo pra revelar na volta, até porque a curiosidade era grande, e o que saísse do laboratório era definitivo. Se tivesse alguma foto queimada, desfocada, torta, já era. Não tínhamos chance de repetir.
A máquina digital nos poupou das fotos feias e ruins, mas acabou nos deixando mais gulosos em matéria de cliques. Não basta um ângulo, temos de bater várias e várias poses, em nuances sutilmente diferentes. O problema é que ao invés de 300 voltamos hoje com mais de mil ou mesmo mais de três mil fotos em uma viagem de 20 dias, por exemplo. Selecionar tudo depois é fogo! Dá uma preguiça danada. Isso para não falar da pena de descartar fotos de qualidade boa, só porque são parecidas com outras 50 fotos. Onde já se viu? O resultado é que eu já conheço muita gente que não revela mais suas fotos, satisfaz-se com os álbuns do facebook, skydrive ou picasa.
Eu não sou assim. Ainda imagino a fotografia com a poesia e brilho que só a foto impressa impõe. E por isso me cobro a manter atualizado meus álbuns.
Este post não é propriamente um passo a passo de como fazer fotolivros, sobre isso eu já escrevi aqui, aqui e aqui. A questão hoje é: não basta saber fazer, tem de praticar. Manter em ordem fotografias dá trabalho, requer disciplina e um mínimo de organização – nem que seja para organizar as pastas em nosso computador.
Foi por isso que minha resolução de ano novo foi fazer todos os fotolivros atrasados.
Antes de começar a fazer fotolivros, eu costumava criar páginas de scrap digital, revelá-las avulsas em tamanho 15x21cm e arrumá-las em álbuns deste tipo que aparecem na foto abaixo.

Já fiz alguns posts compartilhando algumas destas páginas aqui e aqui. Comprava os álbuns rústicos, em grosso direto direto da fábrica, e os dividia com uma amiga. Geralmente eu customizava também a capa de cada álbum como já mostrei neste post no início do blog.
Desde que eu fiz meu primeiro fotolivro, fiquei encantada com essa possibilidade. Os fotolivros têm excelente qualidade em relação às fotos reveladas em laboratório. São compactos e têm tamanhos pré-definidos, o que facilita muito sua organização no armário. Nas fotos abaixo dá para ver bem a diferença.
Tenho vários álbuns acumulados ao longo dos anos, em formatos e tamanhos diversos. Alguns são mais altos que a altura da minha prateleira e precisam ficar na horizontal. Outros são mais baixos e desperdiçam espaço na parte superior, que eu acabo aproveitando com a colocação dos álbuns mais altos, na horizontal. O visual não fica muito bonito. Ainda planejo padronizar esses modelos de álbuns um dia. Mas isso é projeto para outra empreitada.

Para identificar cada álbum, costumo usar uma etiqueta auto-adesiva com o tema e a data das fotos descritos na lombada do álbum. Com o tempo as etiquetas se descolam, o que requer manutenção constante.

Os fotolivros dispensam esse trabalho, pois já vêm com a lombada impressa. Fica tudo muito mais organizado.
Vejam como os fotolivros ficam mais compactos e padronizados no armário. Ficam até mais fotogênicos, não?

O modelo que eu escolho vem com uma capinha de plástico que protege os álbuns, mesmo assim eu sempre coloco um anti-mofo, para deixar a umidade bem longe das minhas fotos.

Todo cuidado é pouco, fala aquela que já teve o álbum do próprio casamento atingido por fungos. Fica a dica: nunca armazenem suas fotos num armário encostado à parede que separa o quarto do banheiro.
Depois que fiz uma faxina no armário, sobrou até espaço.

Não vou mostrar os fotolivros neste post para não me estender demais. Fica para a próxima.
Vamos tomar conta das nossas fotos? Afinal, são lembranças de momentos que não voltam mais.
Um excelente final de semana a todos!
Claudinha





(Borrei o logo da escola, de propósito).
A mesa foi montada pelo pessoal da
Detalhes: cupcakes e bolo temático. Mesas dos convidados com capas de cadeiras coloridas e vista geral do salão.
Não fosse pelos 5 metros de chita, eu diria que não comprei nada para ornamentar a mesa e a varanda. Minha casa já tem muitos itens regionais, naturalmente. Tudo o que fiz, foi realocá-los de seu lugar de origem para a mesa de jantar.









Seja cuidadosa e deixe as pontinhas bem acabadas. Em 2007, quando tive a minha primeira experiência de encadernação



