Painel econômico e colorido para festa infantil – Passo a passo de flores de papel


Sabem o painel que usei na festinha da Clarinha? Querem aprender a fazê-lo? Não é difícil, embora seja um pouco trabalhoso, porque é preciso fazer várias flores.

Antes de começar os preparativos da festinha, fiz aquela consultinha básica no Google images em busca de inspiração. Selecionei algumas fotos que me chamaram mais a atenção e desenvolvi a decoração a partir daí. Meus critérios seletivos foram; praticidade, economicidade e efeito visual. Afinal, eu só tinha alguns dias disponíveis e não estava disposta a gastar muito.

A foto de onde tirei a ideia do painel foi esta:

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Tentei localizar a fonte da imagem, mas não consegui. Quem souber, por favor, me avise que atualizo o post. É que salvei a imagem diretamente do Google e não do site original, o que fez com que ela fosse salva com a referência do Google e não com seu título primitivo. Agora, não consigo mais localizá-la.

Pois bem. O colorido dessas flores me encantou. E eu deduzi que seria fácil reproduzi-las, só não pensei que seria tão demorado. A cada noite eu conseguia fazer 7 ou 8 unidades, apenas.

Comprei cartolinas-carmen de cores variadas e comecei a empreitada. Não encontrei cores vivas e vibrantes como as da foto, tive de me contentar com as que encontrei no mercado local. Com cada cartolina, fiz 2 flores médias.

 

Para fazer meu painel, eu usei:

  • 27 cartolinas-carmen de cores variadas
  • tesoura
  • fita adesiva dupla face
  • grampeador e grampos
  • régua de 30 cm
  • pistola de cola quente
  • 2m de TNT

 

1. Primeiramente, dobrei cada cartolina ao meio, no sentido do cumprimento.

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E cortei-a  no vinco da dobra, ficando com duas metades:

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2. Usando uma régua como parâmetro, fiz uma sanfona em cada metade da cartolina;

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Usar a régua não é obrigatório, mas percebi que assim as dobras ficavam padronizadas.

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3. Como a régua era um pouco larga, marquei novamente cada dobra, na metade, usando a mesma régua como referência. Como aparece nas fotos abaixo:

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Para quem tem boa coordenação motora fina, repito, a régua é dispensável. Refiz os vincos, deixando os vincos anteriores exatamente na metade da régua.

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4. Depois de bem vincada, grampeei cada sanfona ao meio, usando um grampeador grande. Vejam que a medida do raio de cada flor foi determinada pela profundidade (pelo alcance) do meu grampeador. Por isso, é importante usar um grampeador grande.

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Se o seu grampeador (assim como o meu) não conseguir grampear toda a peça de uma só vez, grampeie em duas etapas e una a emenda com fita adesiva.

Se usar um grampeador mais potente, isso não será necessário.

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5. Vejam como ficou a sanfona grampeada. Dá para perceber que um lado está mais comprido que outro, não dá?

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Ao armar a flor, eu medi o quanto precisaria cortar de cada lado, para igualá-los.

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6. Aparei as pontas, para que ficassem do mesmo tamanho,  fazendo um picote assim:  /

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7. Passei fita adesiva dupla face de cada lado da flor:

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E emendei as pontas.

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8. Percebi que, com o tempo, as flores se descolavam. A cola da fita adesiva não foi suficiente para mantê-las juntas. Para reforçar, grampeei cada ponta da emenda, pelo lado avesso.

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9. Fui montando todas as flores até achar que já tinha o suficiente para cobrir parte da parede.

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Agora eis o problema: como pendurá-las no painel?

Colar cada flor diretamente na parede não seria interessante, pois o vento poderia derrubá-las, sem falar que isso iria detonar minha parede.

A solução que encontrei foi pregá-las numa base de  TNT e a partir daí, pregar o TNT na parede com alguns preguinhos.

Vejam como fiz.

1. Estirei um pedaço de TNT no chão. Arrumei as flores de papel sobre ele, para ter uma ideia da distribuição das cores.

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2. Com as flores já distribuídas, usei a pistola de cola quente para pregá-las, do lado avesso. Colei cada flor, pelo miolo, diretamente no TNT. E fui colando uma parcialmente sobre as outras.

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3. Depois, recortei o excesso de TNT que ficou aparecendo nos lados do painel, de modo que só se pudesse ver as flores.

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O resultado ficou assim:

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Uma excelente semana a todos!

Claudinha.

    Postado por Feito a Mão em festa infantil,passo-a-passo | Comentários (25)

    Festa na piscina – planejada em tempo recorde


    Olá, pessoal! Como eu disse a vocês no último post, o aniversário da minha filha mais velha foi no último sábado. Eu não pretendia fazer festa, nem mesmo pequena como foi a dos outros anos, mas também não queria deixar a data passar em branco. Acho que na idade em que ela está não cabe mais festa em buffets nem grandes festas em casa. A fase é outra. Sem falar que ando muito cansada e envolvida em outros projetos ultimamente.

    Pois bem, o meio termo foi a opção que escolhemos, ela convidou 8 amiguinhas das escola para passar o dia aqui em casa. Fizemos um churrasco com banho de piscina. Foi uma dia maravilhoso e divertido.

    Pois bem, tudo foi organizado em menos de 10 dias. Claro que tive que simplificar e encomendar algumas coisas prontas, para dar tempo de concluir tudo, mas fiz questão de dar meu toque pessoal no almoço, lanche e na personalização gráfica.

    Comprei os três kits abaixo no My Grafico e com eles criei a identidade visual da festinha. Basta clicar sobre as imagens para ser redirecionado ao site de origem de cada uma delas, para download.

    JWI_ReadytoSwimGirl

    JWI_GirlsPoolParty

    JWI_WaterToys

    Começando pelo convite, busquei inspiração no Google Images e “liftei”, como dizem as scrappers, um convite que achei muito interessante, simples e criativo. Na verdade, por uma grande coincidência, ele havia sido elaborado com alguns elementos dos kits que eu já tinha baixado.

    O termo de pesquisa que utilizei foi: pool party birthday invitation, lá aparecem centenas de outras opções igualmente interessantes e muitas delas feitas com os mesmos kits. O convite que me inspirou aparece nas primeiras páginas:

    lifting

    Procurei fazer uma versão mais feminina e incluí os óculos e o chinelinho, além da nerf rosa e da bola colorida. Aliás, a aniversariante pediu uma nerf d’ água de presente de aniversário.

    convite clarinha

    Usei as fontes: Splats e Sf Grunge Sans, além da tradicional Arial.

    Encomendei biscoitos decorados a uma moça que descobri pesquisando pela internet. Nunca antes tinha usado seus serviços, nem tinha nenhuma referência a seu respeito. Àquela altura não daria tempo de encomendar fora do estado, por causa do frente. Trata-se da Andrezza Acioli, do Arte com Doçura. Foi um golpe de sorte.

    Pedi que ela os entregasse uma semana antes, para que eu pudesse usá-los como convite também.  Mesmo com uma encomenda tão em cima da hora, ela foi pontual e caprichosa na produção. Os biscoitos são decorados com pasta americana.

    Imprimi os convites em impressora laser, em tamanho 9x14cm, em papel couchê e coloquei-os em saquinhos plásticos, amarrados nos pirulitos de bolacha. A decoração dos pirulitos foi feita seguindo o padrão do kit digital escolhido.

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    Enviei os convites à escola com 7 dias de antecedência.

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    No dia da festa, arrumei os pirulitos que sobraram em baldinhos de alumínio que lembram os baldinhos de praia.

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    Encomendei o bolo à Fabiana Correia, do Cakkes, como faço sempre. Estava de-li-ci-o-so!  O topo de bolo em biscuit saiu um pouco diferente do que eu havia encomendado, mas ainda assim ficou bonito. Foi feito pela Ana Carol Rego.

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    Já os cupcakes que também encomendei à Fabiana ficaram muito melhores do que as imagens que eu tinha enviado como referência. Pois é, dessa vez, resolvi encomendar os cupcakes, pois não tive como fazê-los eu mesma. A correria está grande por aqui. Vejam como ficaram lindos:

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    Quando fui comprar os flutuadores para as lembrancinhas na Casa Vieira, deparei-me com este prato de 3 andares a 71 reais. Fiquei tão feliz por poder realizar um antigo sonho de consumo que nem pensei duas vezes, trouxe-o comigo. É tão bom quando os sonhos de consumo da gente custam apenas 2 dígitos!

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    Montei as sacolinhas de lanche de lembrancinha, contendo: achocolatado, salgadinho e biscoito recheado e comprei os flutuadores em forma de macarrão, que as crianças receberam na chegada.

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    Imprimi e recortei com furadores de scrap as tampinhas das gelatinas, os rótulos das garrafinhas d’ água e as etiquetas das lembrancinhas.

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    Recortei e dobrei as flores de papel que serviram de painel de fundo – vou programar o passo a passo em um outro post – esta foi a parte mais complicada e trabalhosa.

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    Sobre a festa em si.

    Como a Clarinha ainda está com o colesterol bastante alto, eu procurei elaborar um cardápio o mais natural possível, para que ela não caísse em tentação: sem frituras, sem refrigerantes, sem doces (a não ser pelo bolo e biscoitos) e com bastantes frutas.

    Algumas amigas me criticaram dizendo que as crianças iam me chamar a tia Xiita Chata, que só serve naturebas. Acabei ficando com medo e comprei refrigerantes, para aquelas que oferecessem resistência aos sucos que ofereci. Para minha surpresa, os sucos foram muito bem recebidos e sobrou quase todo refrigerante que comprei. Graças a Deus!

    Para animar e estimular o consumo de suco, servi-o em copos enfeitados. Quem opDSC02289tasse por refrigerante, recebia o copo sem enfeite algum.

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    Para incrementar a apresentação, usei a casca da própria melancia como poncheira.

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    Fiz sucos de abacaxi com hortelã; de melancia com gengibre e hortelã, de maracujá, de uva e de açaí.

    Como opção de petiscos doces, ofereci picolés de frutas, que tiveram um alto consumo devido ao calor (cerca de 3,5 por criança) e espetinhos de frutas. DSC02305

    Usei a mesma mesa para servir o almoço e para arrumar o bolo. Então, só comecei a arrumá-la depois que todas tinham almoçado.

    A decoração da mesa do almoço não teve nada demais. Espalhei algumas folhas de costela-de-adão pela mesa, para dar um ar tropical e arrumei os talheres em baldinhos de alumínio. Tudo por cima de uma toalha branca básica.

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    Depois que o almoço foi servido, usei a mesma mesa para acomodar o bolo e as lembrancinhas. Espalhei por cima da toalha branca um pedaço de tule azul (sobra de outras festas), que deu um ar aquático à produção.

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    Usei as maletinhas que eu tinha comprado para a festinha de matrioskas, para colocar óculos de sol que foram distribuídos às crianças, ao final da festa. As cores combinaram bem com este tema também. O kit de maletinha foi adquirido na Luísa Festas.

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    Usei dois vasos de palmeira do meu quintal para ladear a mesa.

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    No teto, fiz uma arrumação de TNT para dar um ar mais festivo ao local. Vi uma foto semelhante na internet há algum tempo, não sei dizer onde. Achei interessante e criativo. Gostei do resultado. Já que eu tinha algumas cores em casa, precisei comprar poucos metros extras. Foi uma produção colorida, simples de fazer  e barata.

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    No mais, comprei algumas bolas, bóias e flutuadores que foram usados na diversão da criançada.

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    Fizemos pescaria com peixinhos em EVA, enchemos bexigas com água para fazer guerra, improvisamos um campeonato de mergulhos, brincamos de pega-pega com nerf d’água e de bobinho.

    Foi a festa infantil  de elaboração mais rápida e barata que já preparei e também a com menor número de convidados. Foi ainda uma das mais divertidas, animadas e longas: mais de seis horas de duração! A aniversariante adorou a experiência e ficou em êxtase ao final do dia.

    Uma excelente semana a todos vocês!

    Claudinha

    PS: Depois conto como fiz as flores de papel do painel.

      Postado por Feito a Mão em festa infantil | Comentários (39)

      Fotolivros pra que te quero


      Geralmente eu não sou de deixar minhas coisas acumularem. Quase sempre sou bem antecipada para tudo. Começo a planejar uma viagem com mais de um ano de antecedência. Inicio os preparativos  de uma simples festinha de aniversário quatro ou seis meses antes. Isso é bom por um lado, mas por outro me enerva. Vivo no futuro, planejando algo que ainda vai acontecer daqui a sei lá quanto tempo.

      Acontece que por causa desse meu excesso de planejamento, acabei criando uma armadilha para mim mesma. Como eu sempre estou a um passo à frente, o que vai ficando para trás rapidamente se transforma página virada. Assim, volto de férias com a cabeça nas férias do próximo ano. Mal concluo a faxina da casa, após uma festinha de aniversário, já me pego imaginando o tema da seguinte. Nem bem aprecio o retrogosto da experiência recente e já estou com o nariz fuçando o aroma do que estava por vir.

      Viver com a cabeça no futuro gera muita ansiedade, isso todo mundo tá careca de saber. Sendo do jeito que revelei acima, é fácil imaginar o porquê de eu ter deixado minhas fotos de avolumarem de tal sorte que eu mesma tive de dar um basta e levantar uma questão de ordem.

      Antes do final do ano passado, fiz o levantamento no meu PC e encontrei mais de 18 meses em fotos que não haviam sido sequer selecionadas, editadas ou reveladas. Isso para não falar dos 12 meses anteriores, quando eu simplesmente enviei ao laboratório todas as fotos, do jeito em que se encontravam, para imprimir em tamanho 10x15cm, só para não dizer que não as tinha revelado.

      Foi então que eu me impus uma meta: colocar tudo em ordem e fazer fotolivros com todas as viagens, festinhas e eventos importantes que aconteceram nesse período. Minha meta era concluir tudo antes da virada do ano. Acho que subestimei o trabalho que teria, só terminei o trabalho em meados de janeiro.

      Depois dos primeiros 7 fotolivros finalizados, a empolgação foi crescendo e resolvi refazer fotos de anos anteriores também. Como diz o Mução, tomei ar! Ou, no dizer mais escrachado de Fernando Veríssimo, em Um dia de merda, “O que é um peido para quem está todo cagado?” Eu já tinha gastado uma nota e perdido o maior tempo pra botar em ordem as fotos de 2012, aproveitei o embalo e joguei no meio também as de 2011 e algumas do segundo semestre 2010. Ao todo foram 11 fotolivros!

      Quase fui à bancarrota, mas valeu a pena. E se valeu! A cada álbum que era entregue pelo correio (fiz em três lotes), eu ia ficando mais e mais satisfeita com minha maluquice. Maluquice no sentido de que gastar tanto assim num mês em que naturalmente as despesas já são mais vultosas só pode ser um ato de insanidade.

      No último post eu mostrei como ficou meu armário de álbuns de fotos depois da organização que fiz. Agora eu vou mostrar trechos de alguns dos fotolivros que andei montando.

      Eu costumo usar o site Digipix para fazer os meus fotolivros, até porque foi lá onde encontrei a opção com melhor acabamento para os fins que eu buscava.

      Eu usei o modelo 180º Flat, que tem páginas em papel couchê com 600g/m² e abertura em 180º. Com isso foi possível fazer layouts como os que aparecem abaixo, onde as fotos ultrapassam a emenda dos álbuns, preenchendo duas páginas.

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      A desvantagem é que esse modelo tem limite máximo de 80 páginas e custa muito caro, mesmo para profissionais cadastrados. Mas existem outros modelos mais acessíveis.

      Vejam algumas amostras das capas que criei. Dependendo do caso, usei uma foto como fundo ou fiz um layout no photoshop, usando elementos de kits digitais e depois converti para JPEG.

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      Em fotolivros de viagens, eu gostei da capa que fiz com várias pequenas fotos, fazendo uma retrospectiva do que há de mais importante e relevante para se ver e destacar em cada região. capas fotolivros

      Para o fotolivro da viagem a Disney, usei os kits digitais que eu amo e que, infelizmente, saíram do ar – Minnie e Mickey, da Just so Scrappy, da Katie Castillo.

      fotolivro disney

      Nas páginas referentes aos outros parques, usei imagens de personagens que catei no Google imagens (homem aranha, Betty Boop, Popeye, Hulk, etc)

      dotolivro Disney2

      Também usei o mesmo kit da Katie Castillo para montar o fotolivro dos 5 anos da Mariana.

      Fotolivro 5 anos MTR

      Já para montar o fotolivro da festa das bruxinhas, usei o mesmo kit com que fiz os personalizados, Hocus Pocus, da Just so Scrappy.

      Fotolivro 6 anos MTR

      O álbum da festa no jardim foi adornado com elementos da Kate Hadfield e com papéis diversos de outros kits que eu tinha em meus arquivos.

      Fotolivro MCTR 8 anos

      O álbum de fotos familiares, ficou mais neutro, com páginas em branco ou preto. Neste álbum, o chamariz foi a qualidade e a cor das próprias fotos. Crédito das fotos para Jackeline Mendonça

      fotolivro book familiar

      Os álbuns de viagens sem crianças foram feitos num tom mais sóbrio, procurando combinar com o tom das fotos.

      Paris fotolivro

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      Em caso de viagens que envolviam vários destinos, para separar as fotos de cada cidade, usei recursos diferenciados.

      Num dos álbuns, usei os tons da bandeira de cada país como fundo da página, usando a moldura luz central, para demarcar quando estávamos mudando de um país para outro. Abaixo, as bandeiras da Bélgica, Holanda e Alemanha. capa3

      Noutro álbum, à frente das fotos de cada cidade, usei selos que pesquisei no Google imagens e cujo arquivo transformei em PNG. Para achar selos semelhantes, basta pesquisar pelo nome da cidade, preferencialmente em inglês, seguido de stamp.  

      selos

      Como o programa DBook não contém muitas fontes, eu criei os títulos de cada página no photoshop, em PNG, usando as fontes de que dispunha em meu PC e depois inseri o arquivo como se fosse uma foto, tendo o cuidado para não ultrapassar os limites de corte de cada página.

      Assim, pude usar as fontes New York Times e I love NY no álbum de NYC, ou a fonte English Towne normal, para o álbum do leste europeu. No álbum que acabei de fazer sobre o passeio que fizemos ao Beto Carrero, usei as fontes: Panhead e Rope MF. Usar fontes especiais dá um charme particular ao fotolivro.

      Depois que concluí e recebi estes primeiros 11 fotolivros, resolvi testar outros modelos para aquelas ocasiões também especiais mas que não precisam de tanto salamaleque. Afinal, rapadura é doce, mas não é mole não! rsrs

      Estou, agora mesmo, elaborando um álbum no site Artscow, para comparar a qualidade e ver se o frete internacional compensa. Depois eu conto o resultado.

      Existem também outros sites, como o Shutterfly ou o Snap Fish, para quem não teme fazer compras internacionais e desenrola o inglês. Todos esses sites têm preços bem mais competitivos que os praticados em território nacional, valendo lembrar que sobre livros não são cobrados impostos ou taxas de importação.

      Quer saber mais sobre fotolivros? Eu já fiz alguns tutorais aqui, aqui e aqui. 

      Vale dizer que não estou ganhando nada com as divulgações acima e que  este post NÃO é um publieditorial.

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      Por falar em álbuns de festa, faltam 11 dias para o aniversário da minha filha mais velha e eu só agora comecei os preparativos da reunião que ela pediu com 9 amiguinhas. Acho que estou conseguindo, não sem muito esforço, driblar minha ansiedade de viver tanto no futuro.

      Queria ser normal e resolver as coisas de última hora, ao menos uma vez na vida. Parece que dessa vez eu vou conseguir. Quero tanto abrir espaço para o improviso e deixar as coisas acontecerem naturalmente, sem muita pressão. Quem me conhece sabe que este será um grande aprendizado em minha vida, mas acho que vai valer a pena.

      Uma excelente semana a todos e um cheiro bem forte,

      Claudinha.

        Postado por Feito a Mão em foto e scrap,fotografia,fotolivro | Comentários (28)

        Organizando fotos e álbuns de fotografia


        Olá, pessoal! Como foram de feriado de carnaval? Eu aproveitei pra descansar e dar um belo passeio com as crianças pelo Estado de Santa Catarina. Fomos ao Parque do Beto Carrero, mas também demos uma passadinha na região do Vale Europeu e pelo Balneário de Camboriú. Foi um passeio gostoso e divertido e rendeu muitas fotos. E por falar em fotos…

        Desde o final do ano passado, eu me impus uma meta: organizar todas as fotografias de festas e viagens que não haviam sido reveladas ainda. Sem perceber, deixei acumular quase um ano e meio de fotografias. Isso parece pouco, mas não é. Principalmente nessa era digital.

        Eu brinco dizendo que esse negócio de máquina digital é coisa do demo. Antigamente, a gente viajava com rolos de filme contados, tirava as fotos sem checar se ficaram boas, botava tudo pra revelar na volta, até porque a curiosidade era grande, e o que saísse do laboratório era definitivo. Se tivesse alguma foto queimada, desfocada, torta, já era. Não tínhamos chance de repetir.

        A máquina digital nos poupou das fotos feias e ruins, mas acabou nos deixando mais gulosos em matéria de cliques. Não basta um ângulo, temos de bater várias e várias poses, em nuances sutilmente diferentes. O problema é que ao invés de 300 voltamos hoje com mais de mil ou mesmo mais de três mil fotos em uma viagem de 20 dias, por exemplo. Selecionar tudo depois é fogo! Dá uma preguiça danada. Isso para não falar da pena de descartar fotos de qualidade boa, só porque são parecidas com outras 50 fotos. Onde já se viu? O resultado é que eu já conheço muita gente que não revela mais suas fotos, satisfaz-se com os álbuns do facebook, skydrive ou picasa.

        Eu não sou assim. Ainda imagino a fotografia com a poesia e brilho que só a foto impressa impõe. E por isso me cobro a manter atualizado meus álbuns.

        Este post não é propriamente um passo a passo de como fazer fotolivros, sobre isso eu já escrevi aquiaqui e aqui. A questão hoje é: não basta saber fazer, tem de praticar. Manter em ordem fotografias dá trabalho, requer disciplina e um mínimo de organização – nem que seja para organizar as pastas em nosso computador.

        Foi por isso que minha resolução de ano novo foi fazer todos os fotolivros atrasados.

        Antes de começar a fazer fotolivros, eu costumava criar páginas de scrap digital, revelá-las avulsas em tamanho 15x21cm e arrumá-las em álbuns deste tipo que aparecem na foto abaixo.

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        Já fiz alguns posts compartilhando algumas destas páginas aqui e aqui. Comprava os álbuns rústicos,  em grosso direto direto da fábrica, e os dividia com uma amiga. Geralmente eu customizava também a capa de cada álbum como já mostrei neste post no início do blog.

        Desde que eu fiz meu primeiro fotolivro, fiquei encantada com essa possibilidade. Os fotolivros têm excelente qualidade em relação às fotos reveladas em laboratório. São compactos e têm tamanhos pré-definidos, o que facilita muito sua organização no armário. Nas fotos abaixo dá para ver bem a diferença.

        Tenho vários álbuns acumulados ao longo dos anos, em formatos e tamanhos diversos. Alguns são mais altos que a altura da minha prateleira e precisam ficar na horizontal. Outros são mais baixos e desperdiçam espaço na parte superior, que eu acabo aproveitando com a colocação dos álbuns mais altos, na horizontal. O visual não fica muito bonito. Ainda planejo padronizar esses modelos de álbuns um dia. Mas isso é projeto para outra empreitada.

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        Para identificar cada álbum, costumo usar uma etiqueta auto-adesiva com o tema e a data das fotos descritos na lombada do álbum. Com o tempo as etiquetas se descolam, o que requer manutenção constante.

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        Os fotolivros dispensam esse trabalho, pois  já vêm com a lombada impressa. Fica tudo muito mais organizado. DSC02126

        Vejam como os fotolivros ficam mais compactos e padronizados no armário. Ficam até mais fotogênicos, não?

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        O modelo que eu escolho vem com uma capinha de plástico que protege os álbuns, mesmo assim eu sempre coloco um anti-mofo, para deixar a umidade bem longe das minhas fotos.

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        Todo cuidado é pouco, fala aquela que já teve o álbum do próprio casamento atingido por fungos. Fica a dica: nunca armazenem suas fotos num armário encostado à parede que separa o quarto do banheiro.

        Depois que fiz uma faxina no armário, sobrou até espaço.

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        Não vou mostrar os fotolivros neste post para não me estender demais. Fica para a próxima.

        Vamos tomar conta das nossas fotos? Afinal, são lembranças de momentos que não voltam mais.

        Um excelente final de semana a todos!

        Claudinha

          Postado por Feito a Mão em dicas de organização,foto e scrap,fotografia,fotolivro | Comentários (7)

          Personalizando o material escolar para uma volta às aulas em grande estilo


          Antes de começar a escrever o post de hoje, eu gostaria de agradecer as manifestações de apoio que recebi de vocês.

          Escrever um blog seria uma tarefa solitária, se não houvesse esse feedback. Vocês podem ter certeza de que cada comentário daqueles é responsável pela permanência aqui. Claro que gosto de ajudar, compartilhar, trocar ideias, mas gosto muito mais de conhecer pessoas com quem eu tenha afinidades. Quanto a isso, o blog tem me ajudado muito. A maioria de nós tem uma rotina bem corrida: casa, trabalho, filhos, cuidados pessoais, mas nem por isso se conforma em levar uma vida em preto e branco. Queremos cor, queremos vida, queremos dar um tom mais alegre às nossas experiências e às experiências de nossos entes queridos. Queremos uma vida plena e gorda, no sentido mais amplo da palavra, certo?

          Pois bem, todos os anos eu gosto de dar um toque personalizado ao material escolar das minhas filhas. Faço isso porque eu me lembro do quanto eu curtia o cheiro de livros novos quando era criança (ainda adoro!). Isso me traz boas recordações do quanto eu ficava ansiosa e cheia de expectativas na véspera da minha volta às aulas, nem conseguia dormir direito.

          Em anos passados, fiz capa de caderno em EVA, depois capas de cadernos em digital scrapbooking usando papel adesivo, bordei toalhinhas em ponto cruz e criei etiquetas temáticas. Neste ano, quis fazer algo mais durável e com acabamento melhor.

          Descobri o site Digipix quando ainda estava fazendo o fotolivro de aniversário de 10 anos de casamento, lembram? Recentemente, descobri também suas opções de fotopresentes. Foi então que resolvi personalizar totalmente os cadernos e agendas escolares da minhas pequenas.

          Cadernos

          Como eu estava com pouco tempo disponível para criar layouts novos, resolvi usar páginas que eu já tinha salvado quando fiz o mini álbum em scrap híbrido para o dia dos pais de 2009.

          Eu não sei quanto a vocês, mas eu costumo salvar todos os meus layouts em PSD, vai que eu queira reutilizá-los com outras fotos depois? E foi exatamente o que aconteceu.

          E assim, nasceram os cadernos da Mariana e da Clarinha, usando o “A Pocket Full Of Posies Kit”, by Katie Castillo.

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          Agendas escolares

          Quanto às agendas escolares, mudei um pouco o estilo de propósito, já que elas não precisavam ser iguais aos cadernos. Ao contrário: era mesmo interessante que se destacassem do restante do material.

          Para a agenda da Clara, criei uma composição usando o kit com 3 Retalhos, da Priscila Rocha.

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          Já para a agenda da Mariana, usei um layout que eu já tinha montado antes, quando fiz o convite em scrap híbrido para o seu aniversário de 5 aninhos. usando o kit Minnie, da Just so Scrappy, da Katie Castillo – que atualmente está fora do ar.

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          Calendários de mesa

          Empolguei-me com a produção e resolvi aproveitar o frete, criando algo que me fizesse lembrar as minhas preciosidades, enquanto elas estivessem em aula e eu trabalhando. Como se por acaso eu as esquecesse algum momento! Fiz dois calendários de mesa: um para mim e outro para o Mário.

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          Para os calendários, usei Quick Pages (Layouts Prontos) da Crazy 4 Monograms, mas preciso admitir que não salvei o nome do kit. Como o baixei há mais de 6 anos, não consegui localizá-lo na internet. E olhe que busquei por mais de meia hora, consultando até os termos de uso do kit! Bem, valeu a intenção e aqui fica a dica. Visitem o site indicado e vocês encontrarão outras lindas QP que podem ser adaptadas a qualquer ocasião. Falta de inspiração não é mais desculpa.

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          A meu ver, as QP estão para o scrap digital como os bolos de caixinha estão para a culinária. Todo mundo prefere fazer seu próprio bolo, é claro – é mais saudável, mais gostoso e mais fresquinho – mas não há quem não tenha recorrido, ao menos uma vez na vida, a um bolo de pacote, num dia daqueles em que o tempo parece voar ou quando estava começando a aprender a cozinhar.

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          Na página de dezembro, resolvi usar uma QP natalina usando um freebie chamado 4 x 6 brag book page de Merry and Bright, GottaPixel.com. Não consegui localizar o link exato do freebie, provavelmente porque ele não está mais disponível para download. Como o anterior, este kit eu já tinha em meu PC há muitos anos.

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          A vantagem de criar os próprios calendários é que dá para destacar as nossas datas mais importantes. Registrei todos os aniversários dos nossos familiares (pais, irmãos, cunhados, filhos e sobrinhos), além, é claro, de nosso aniversário de namoro e casamento. Quero ver Mário esquecer uma data agora! rsrs

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          Enfim, em apenas uma manhã de sábado eu criei todos esses itens. Claro que facilitou muito o fato de eu ter usado páginas criadas e salvas anteriormente, além de algumas quick pages, mas o que eu quero mostrar é que falta de tempo ou de criatividade não é desculpa para não ousarmos fazer algo mais significativo.

          Saiamos da nossa zona de conforto, de vez em quando. O resultado pode ser muito compensador.

          Um bom retorno às aulas para as nossas crianças e tenhamos todos uma excelente semana,

          Claudinha.

            Postado por Feito a Mão em digital scrapbooking,educando filhos,foto e scrap,fotografia | Comentários (45)